18 de julho de 2009

9mm Parabellum Bullet

A banda japonesa de post-hardcore 9mm Parabellum Bullet iniciou suas atividades em 2004 e logo tornou-se forte na cena indie rock do Japão, lançando em 2007 seu primeiro álbum, o Termination. Suas músicas costumam ter batidas dançantes, elementos do metal e alguns sites japoneses também as relacionam ao emocore. Não, os integrantes não possuem franjinhas, nem são chorões - publicamente -, mas bebem na fonte do hardcore-punk e algumas de suas músicas possuem letras mais emocionalmente reflexivas que esse estilo costuma ter, assim como canções mais melódicas com vocais amigáveis ao ouvinte!


A 9mm Parabellum Bullet é um interessante exemplo de noise rock bem feito. Ouvidos destreinados inicialmente podem achar o instrumental barulhento e desagradável, como eu mesma achei na primeira vez que ouvi. Contudo, algumas músicas me chamaram a atenção, às quais dei uma segunda chance e logo viraram vício. Para gostar do resto do álbum, foi um pulo.

Sua mistura pesada e dançante faz a gente querer se chacoalhar e despentear os cabelos, como seus frenéticos músicos, ao melhor estilo de rock sujo, sendo este misturado a batidas mais modernas. Não deixe de aumentar o volume da caixa de som! \o/


01. Psychopolis / 02. Discommunication / 03. Heat-Island (Album ver.) / 04. Sleepwalk
05. Suna no Wakusei / 06. Heart-Shaped Gear / 07. Sundome / 08. Battle March
09. Butterfly Effect / 10. Termination / 11. The World (Album ver.) / 12. Punishment

Lançado: 2007
Origem: Japão
Idioma: japonês
Estilo: rock, metal, hardcore, punk, emo, pop
Tamanho: 84,6 MB (320 kbps)
Para quem gosta de: Asian Kung-Fu Generation | Number Girl



O MySpace aparentemente está abandonado, porém disponibiliza algumas músicas :)
O site oficial é em japonês, mas é navegável.
16 de julho de 2009

Descubra

Misture uma pitada do Ra ra riot (Wes Miles - vocalista) com outra de Vampire weekend (Rostam Batmangli- guitarrista) e txarãmmmm...você vai ter o Discovery.

É legal quando mesmo com suas bandas alguns artistas buscam projetos paralelos. Um exemplo disso é o Alex do Arcticmonkeys com o The Last Shadow Puppets...Agora me veio do nada e se o MJ ainda estivesse vivo e fizesse uma banda com a Madona O_o?. Ahh ia ser muito legal, ou bizarro. E falando no falecido, esse primeiro LP, que se chama LP, do Discovery tem uma faixa cover dos Jackson 5's (I Want You Back), e foi antes do cara lá virar purpurina, mas agora ficou meio parecendo homenagem postuma, porém o cover ficou até legalzinho.

Mas então, como eu disse é legal projetos assim, mas eu não vou mentir esse LP não é tão bom quanto deveria, afinal para quem conhece a qualidade musical do RRR (Ra ra riot) e o VW (Vampire Weekend) sabe que poderia ser muito melhor. Vamos dizer então que dá para o gasto, ou gosto ou nem isso. Nem todo o album é gostoso de se ouvir, mas algumas faixas se salvam: Swing Tree, Osaka Loop Line, I want you back, Carby(ft Ezra Koening), Can you discover?. Alias Can you discover?, sim com interrogação é um remix da faixa Can You Tell do RRR. Na minha opinião a faixa mais legal é Carby, perfeita, redonda, boa de cantar perfeita. Então Srª e Srº com vocês um RRR e um VW com pitadas eletronicas chamado Discovery.



01. Orange Shirt 02. Osaka Loop Line 03. Can You Discover? 04.I Wanna Be Your Boyfriend (ft. Angel Deradoorian0 05. So Insane 06. Swing Tree 07. Carby(ft. Ezra Koening) 08. I Want You Back 09. It's Not My Fault (it's My Fault) 10. Slang Tang


Lançado: 2009
Origem: EUA
Idioma: Inglês
Estilo: Eletronica
Tamanho: 42,91 MB
Para quem gosta de: Vampire Weekend, Ra Ra Riot







Myspace
14 de julho de 2009

Podcast ENM #03: Covers

Ainda indisciplinado, mas já sem (tantos) ruídos.

Por Daniel Medeiros, Carol Cunha, Nalí Grilo e Clara Barreto.

Call Me (Blondie cover), Franz Ferdinand; Lovecats (The Cure cover), The Futureheads; Cities In Dust (Souxsie & The Banshees cover), Pato Fu; Night Vision (Daft Punk cover), The Twelves; Poker Face (Lady Gaga cover), Absent Elk; Take On Me (A-ha cover), Emil Bulls; Maps (Yeah Yeah Yeahs cover), Arcade Fire; Between The Bars (Elliott Smith cover), Metric; Hey Ya! (Outkast cover), Razorlight; Viva La Vida (Coldplay cover), Boyce Avenue; My Way (Sex Pistols cover), Mika Nakashima.




Baixe o Podcast ENM #03.


Críticas e sugestões são bem-vindas.
12 de julho de 2009

Math the Band

Você gosta de power pop? Quase não consegue se controlar quando ouve nintendocre? Não, eu não vou falar que os seus problemas acabaram haha. Apenas “caí de paraquedas” (ou foi ao contrário) em algo que pode lhe interessar: “Math the Band”. Banda americana formada, atualmente, por um casal de namorados – além de músicos de apoio – que mistura power pop com 8-bit – sim, nintendocore \o/. No geral, as letras são divertidas – “despreocupadas” – e, somadas a batida, acabam transmitindo uma energia boa a quem ouve – ou pelo menos para mim. Um ponto negativo é a voz do carinha, não gostei muito (sinceridade), mas há quem goste. Fica valendo, aqui, o “conjunto da obra”.




Compre / Prove

01. Hang Out/Hang Ten 02. Why Didn't You Get a Haircut 03. Introducing The Magic Eye 04. The Adventures Of Brian Townse 05. Tour De Friends 06. Big Foot 07. Cardboard Room 08. Almost! 09. It's Gonna Be Awesome

Lançado: 2009
Origem: EUA
Idioma: Inglês
Estilo: Power pop /Nintendocore
Tamanho: 33,5 MB
Para quem gosta de: The Hippos, Andrew WK, Hellostereo!

Myspace

PS: If you’d like to have the MediaFire link removed, please e-mail ENM [essenaomanja@gmail.com]. Thank you!

11 de julho de 2009

Travelling Flowers!


Japas cabeludos fazendo Heavy Metal não são novidade pra ninguém (bom, pelo menos pra mim). Mas quando um deles é amigo de John Lennon e, depois de uma viagem à Inglaterra, volta às terras nipônicas tendo na cabeça Jimi Hendrix, Cream e Black Sabbath, bem, aí a história muda.

Flower Travellin' Band (ou フラワー・トラベリン・バンド) nasceu sob essas circunstâncias exóticas, em 1968. Originalmente com o título de Yuya Uchida and the Flowers (sim, Uchida foi o indivíduo que trocou figurinhas com Lennon), mudado apenas um ano depois, já arrepiava as cabeleiras dos mais conservadores com as capas dos dois primeiros discos, em que os integrantes se exibiam confortavelmente peladões (quem viu a capa do último studio álbum do Sigur Rós sabe do que estou falando).

Após algum tempo, depois de experiências aleatórias, veio o primeiro álbum original, esse pra valer: o Satori. E o que parecia surreal aconteceu: o psicodélico se uniu ao heavy, o progressivo ao acid, o Japão digeriu o rock/metal britânico sessentista e o mundo explodiu: ou melhor, despertou, como sugere o título do álbum (satori, segundo a doutrina budista, é um estado de compreensão absoluta).

O fato é que Satori é uma viagem, não daquelas amplas e voadoras, que nos fazem sentir nas nuvens, mas uma ainda mais profunda, que leva mais para dentro, para o subterrâneo. Definitivamente, não uma viagem para descobrir, mas sim para se perder. Tanto que, quando acaba, você se pergunta "aonde que eu tô mesmo?".

Definitivamente, uma prioridade na sua lista de "CDs Para Ouvir". Só não se assuste com os primeiros segundos do disco...



01. Satori, Pt. 1 02. Satori, Pt. 2 03. Satori, Pt. 3 04. Satori, Pt. 4 05. Satori, Pt. 5


Lançado em: 1971
Origem: Tóquio, Japão
Idioma: Inglês
Estilo: Psychedelic/Progressive Rock/Metal Stoner | Rock
Tamanho: 55.96 MB

Para quem gosta de: Blues Creation | Far East Family Band | Flied Egg



Site Oficial | MySpace

10 de julho de 2009

Miss ya!


Todo mundo já deve estar um pouco saturado de ouvir falar no MJ. Não que ele não mereça, mas quando um assunto é abordado com uma certa frequência ele acaba ficando um pouco cansativo mesmo. Minha intenção ao postar algo sobre o Michael é no sentido de homenageá-lo. O ENM (e acho que posso falar por todos) se mostra solidário e atento a essa perda tão significativa de alguém que entrou para a história como sendo um dos maiores artistas de todos os tempos. Abaixo fiquem com o álbum duplo History que possui todos os seus sucessos clássicos.


01 Billie Jean 02 The Way You Make Me Feel 03 Black or White 04 Rock with You 05 She's Out of My Life 06 Bad 07 I Just Can't Stop Loving You 08 Man in the Mirror 09 Thriller 10 Beat It 11 The Girl Is Mine 12 Remember the Time 13 Don't Stop 'Til You Get Enough 14 Wanna Be Startin' Somethin 15 Heal the World


01 Scream 02 They Don't Care About Us 03 Stranger in Moscow 04 This Time Around 05 Earth Song 06 D.S. 07 Money 08 Come Together 09 You Are Not Alone 10 Childhood 11 Tabloid Junkie 12 Bad 13 History 14 Little Susie 15 Smile

Lançado
: 1995
Origem: Estados Unidos
Idioma: Inglês
Estilo: Pop
Tamanho: Cd 1 - 66.76 Mb Cd 2 - 71.61 Mb

Beat It

Land of Talk


Depois de um tempinho sem produzir nada novo, apenas fazendo shows em cima do primeiro EP “Applause Cheer Boo Hiss” de 2006 e trabalhando na composição de novas músicas, a banda canadense Land of Talk - liderada pela cantora Elizabeth Powell - lançou em outubro de 2008 o segundo álbum, "Some Are Lakes".

Esse novo trabalho mostra que a banda não mudou muito quanto ao bom gosto das músicas, e que está amadurecendo musicalmente e profissionalmente a cada dia.

A voz feminina e pura da vocalista juntamente com a delicadeza com que toca sua guitarra, contribui na construção de um som agradável aos nossos ouvidos.
Diferente da maioria das bandas da atualidade, a Land of Talk não abusa dos recursos eletrônicos. Ela aposta em um som cru e eu até diria básico, mas sem deixar a autenticidade.


01 Yuppy Flu 02 Death by Fire 03 The Man Who Breaks Things (Dark shuffle) 04 Some are Lakes 05 Give Me Back My Heart Attack 06 It’s Okay 07 Young Bridge 08 corner Phone 09 Got a Call 10 Trouble


Lançado: 2008

Origem: Montreal, Canadá

Idioma: Inglês

Estilo: Indie Rock

Tamanho: 35.34 MB

Para quem gosta de: Broken Social Scene / Metric







4 de julho de 2009

Para noites insones


Sébastien Schuller é um francês que canta e encanta em inglês, embora não tenha abandonado o patriotismo em “le dernier jour”. Seja como for é através do inglês que ele dá vazão a seu mundo mágico cheio de poesia e sensibilidade envolto em uma apatia muito própria. Sua voz é doce, leve e deliciosamente boa de ouvir. Os arranjos são bem trabalhados e as capas dos cds um show a parte. Ouçam e comprovem!


01 1976 02 Weeping Willow 03 Sleeping Song 04 Wolf 05 Ride Along The Cliff 06 Where We Had Never Gone 07 Tears Coming Home 08 Edward's Hand 09 Donkey Boy 10 Alone You Walk
11 Le dernier jour

Lançado: 2005
Origem: França
Idioma: Inglês - Francês
Estilo: Downtempo, trip-hop, indie
Tamanho: 50.71 MB


01 Morning Mist 02 Open Organ 03 Balancoire 04 Awakening 05 The Border 06 New York 07 Battle 08 Last Time 09 Midnight 10 High Green Grass

Lançado
: 2009
Origem: França
Idioma: Inglês
Estilo: Downtempo, trip-hop, indie
Tamanho: 59.49 MB

Para quem gosta de: Syd Matters – Smooth – Dominique A

Weeping Willow

Tom Bloch


Se você está a fim de ouvir um pouco de pop rock nacional de qualidade, uma boa pedida é o Tom Bloch!

Personagem de um conto que acabou dando nome ao grupo liderado por Iuri Freiberger e Pedro Veríssimo, o Tom Bloch apresenta uma sonoridade moderna, urbana e crua que se distancia da mesmice das bandas da nova geração. Atraiu até a atenção do cineasta Jorge furtado, que acabou selecionando uma música dos caras (Entre Nós Dois) para fazer parte de um curta seu, o Rummikub.

O Álbum Tom Bloch 2, o segundo trabalho deles, é recheado de letras maduras e arranjos bem feitos, influências eletrônicas em músicas penetrantes e reveladoras que comprovam a qualidade musical dos caras e deixa claro que a junção da voz bem treinada e as vezes retorcida de Veríssimo e a musicalidade e técnica de Freiberger foi a melhor das idéias.


01 Sob a Influência 02 A Dúvida 03 Imitação da Vida 04 situação de Dança 05 Entre Nós Dois 06 A Invenção do Amor 07 Vendetta (Frase Feita) 08 O Refém 09 Por Favor, Mente


Lançado: 2007

Origem: Porto Alegre

Idioma: Português

Estilo: Pop Rock

Tamanho: 25,53 MB

Para quem gosta de: Pública / Apanhador Só






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