Podcast ENM #02
Apresentação: Daniel Medeiros, Clara Barreto e Kirotawa.
Wolfgang Amadeus Phoenix!!!
O novo trabalho do Phoenix soa meio pretensioso. Falo isso pelo titulo, afinal O Mozart, talvez não gostasse nada disso. Mas acreditem ou não atendem as expectativas que o titulo lhe dá. Ao menos pra mim com meus humildes ouvidos fiquei apaixonado pela banda, ou seria pela voz do Thomas Mars. E que voz, meninas vocês diriam pra ele:" canta no meu ouvido e me faz ninar" XD.O Wolfgang Amadeus Phoenix é o quarto album da banda. Tiveram seu inicio como uma banda de apoio para produzir o remix de uma musica do Air's (Kelly Wath the Stars). O curioso destes caras é que um dos componentes o Laurent Brancowitz (guitarra) formava antes de se juntar ao Phoenix uma banda chamada Darlin, que teve uma vida curta, e onde os outros componentes da Darlin hoje formam o conhecido Daft Punk (Não conhece? Só uma dica: "Buy it, use it, break it, fix it, Trash it, change it, mail - upgrade it...").
Este novo trabalho traz uma sonoridade gostosa, algumas musicas viciantes como: Lisztomania (single do album), Armistice, Rome, 1901, Big Sun...Ok, vou parar, pois pelo que vi o album todo me viciou. E caiu nas minhas graças e na minha lista de melhores albuns de 2009. Então Srª e Srº apreciem sem moderação.
01. Lisztomania 02. 1901 03. Fences 04. Love Like a Sunset Part I 05. Love Like a Sunset Part II 06. Lasso 07. Rome 08. Countdown 09. Girlfriend 10. ArmisticeLançado: 2009
Origem: França
Idioma: Inglês
Estilo: Rock , Synthpop, indie
Tamanho: 42.64 MB
Para quem gosta de: Passion Pit , The Whitest Boy Alive, Tahiti 80
Oficial - Myspace
O que esperar do novo CD do Arctic Monkeys?
Todos já devem estar sabendo que Humbug, Terceiro trabalho do Arctic Monkeys, está previsto para ser lançado em dia 24 de Agosto no Reino Unido e 25 de agosto nos Estados Unidos.
Felicidade para mim, que não nego minha paixão avassaladora pelos caras, e para todos os outros fãs que não veem a hora de provar da nova sonoridade da banda, que segundo o próprio Alex Turner, foi inspirada no Black Sabbath.
O CD foi produzido pelo Josh Homme, e ao contrário do que muitos esperavam, não está parecido com o som do Queens of the Stone Age! É o que espero...
A lista de músicas já foi divulgada e agora o que nos resta é esperar pelo lançamento torcendo para que eles não me nos decepcione.
Faixas do álbum:
01. My Propeller
02. Crying Lightning
03. Dangerous Animals
04. Secret Door
05. Potion Approaching
06. Fire & The Thud
07. Cornerstone
08. Dance Little Liar
09. Pretty Visitors
10. The Jeweller's Hands
The Asteroids Galaxy Tour
The Asteroids Galaxy Tour é formado por uma dupla de Copenhagen: Lars Iversen e Mette Lindberg. Inspirados no velho soul, jazz e funk norte americanos, eles lançaram há pouco tempo um dos álbuns mais legais deste ano: o debut Fruit. Dessa leva de bandas e artistas pós-Winehouse, de influência sessentista, The Asteroids Galaxy Tour conseguiu uma sonoridade original e divertida, além de ter um dos discos mais coesos, bom do início ao fim. Mette Lindberg é definitivamente a minha nova diva. Sua voz lembra um pouco a Duffy, mas o estilo está longe do recatado-insoso da cantora. The Asteroids Galaxy Tour é pura psicodelia pop, na sua forma mais comercial, mas também mais simples e agradável de ouvir.
01 Lady Jesus 02 The Sun Ain’t Shining No More 03 Push The Envelope 04 Satellite 05 Crazy 06 The Golden Age 07 Around The Bend 08 Sunshine Coolin’ 09 Hero 10 Bad Fever
Lançado: 2009
Origem: Copenhagen, Dinamarca
Idioma: Inglês
Estilo: dance-pop / psychedelic-pop / soul / funk
Tamanho: 54, 54 mb
Para quem gosta de: Gnarls Barkley / The Bird And The Bee / Amy Winehouse
O outro Costello.
Sean Costello nasceu em 1979 na Filadélfia mas passou boa parte de sua vida em Atlanta, Georgia. Iniciou sua carreira como guitarrista muito cedo, aos 17 anos já tinha lançado seu primeiro álbum intitulado Call the Cops (1996), no passar dos anos lançaria mais quatro: Cuttin' In (2000), Moanin' For Molasses (2002), Sean Costello (2005) e We Can Get Together (2008), todos sucessos de critica e não é por menos; o cara toca e canta pra caramba, o que é de se esperar de um sujeito que tem Howlin' Wolf's como sua maior influência.
Sua guitarra chora, grita, canta, sibila em cada canção tocada, as vezes todos de uma vez te deixando sempre querer ouvir um pouco mais, como diriam alguns ditos especialistas por aí: o cara tem feeling, ah como tem! Escutá-lo é quase uma viagem ao tempo em que se tocava blues em bares de estradas sulistas em meados de 1950 nos EUA – pelo menos é o que a imaginação permite – , somente um cara e uma guitarra, mesmo que por trás deles existisse uma orquestra. Um som tão cru quanto é possível nos dias de hoje.
Com uma guitarra afiada e uma voz cheia de personalidade, característica daqueles que tem uma voz soul, ele se impõe e destaca musicalmente. Infelizmente sua morte, por overdose, em 2008 levou todo seu talento consigo, mas nos deixou cinco álbuns de letras muito bem escritas e melodias com vida própria.

Lançado: 2005
Origem: Atlanta, USA
Idioma: Inglês
Estilo: Blues / Soul
Tamanho: 78,1MB
Para quem gosta de: Howlin' Wolf's, Lil' Ed and the Imperials
