28 de janeiro de 2009

A primeira dama



Elegante, doce, romântico, clássico, envolvente, belo, suave. São só alguns dos adjetivos que passarão pela cabeça de vocês enquanto escutam “Comme si de rien n’etait”. O álbum lançado em 2008 chamou menos atenção do que o namoro de Bruni com o presidente Francês Sarkozy, infelizmente. Embora tenham surgido polêmicas acerca da canção “Tu es ma came” que em um dos versos diz: “Você é minha droga / Mais mortal que a heroína afegã / Mais perigosa que a branca colombiana”. Acreditem isso gerou alvoroço tanto nos membros do governo de Sarkozy quanto em políticos colombianos. Afinal, “Branca colombiana” nada mais é que cocaína e “você” o presidente francês.

Voltando ao conteúdo é notavel o teor pop contrastando com seus dois álbuns anteriores de forte inclinação folk. Bruni neste trabalho finca seu belo Scarpin na canção francesa dos anos 60. Conservando sua elegância representada pela sua voz aveludada e levemente rouca sobre arranjos classudos à base de piano, violão e instrumentos de sopro.

É inevitável dizer que essa obra passaria batida caso a bela franco-italiana não fosse a primeira dama. Como felizmente é não passou. Ainda bem.


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01. Ma Jeunesse 02. Possibilité d’Une Île 03. Amoureuse 04. Tu Es Ma Came 05. Salut Marin 06. Ta Tienne 07. Péché d’Envie 08. You Belong to Me 09. Temps Perdu 10. Déranger Les Pierres 11. Je Suis une Enfant 12. Antilope 13. Notre Grand Amour Est Mort 14. Vecchio E il Bambino


Lançado: 2008

Origem: Itália

Estilo: Pop, Folk Pop

Idioma: Inglês, Francês, Italiano

Tamanho: 38.23 MB


Pra quem gosta de:
Coralie Clément, Keren Ann, Charlotte Gainsbourg


L'Amoureuse

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24 de janeiro de 2009

Girls wear pink and boys wear blue.



Anos atrás numa aventura indie atrás de conhecimento, fama e poder, fui atrás de novas bandas, bandas legais, esquizofrenicas e divertidas. Encontrei algumas sem graça, algumas boas e encontrei o Help She Can't Swim. Frases como nome de banda não são novidades, lembro do secular Say Hi To Your Mom e outras que vinheram e sumiram num piscar de olhos.

Bem, o que aconteceu é que eu fui fazer uma limpeza no HD e encontrei-me num momento de nostalgia, vendo arquivos salvos de uma época não tão bela da minha vida e foi revirando o baú virtual que reencontrei o Fashionista Super Dance Troupe.

Eu acreditava que o HSCS deveria ter sido a coisa mais legal da época, mas poucos os conheciam e os poucos que conheciam sofriam de uma terrível doença chamada síndrome do underground (vulgo egoísmo musical). Em 2007 eles lançaram seu segundo álbum, The Death of Nightlife e como eu particularmente não gostei desse álbum, estou colocando só o primeiro mesmo.

Sim, o HSCS é uma banda morta, você se pergunta qual o motivo e a resposta é simples. Eles cresceram e querem viver suas vidas de forma decente, apesar de terem produzidos dois álbuns, acredito que faltou muito para o sucesso que eles desejavam, bem a vida continua...

Fashionista Super Dance Troupe cita Morrissey, mas quem não cita? Citam as diferença entre a fêmea e o macho mostrando o egocentrismo do macho. Citam sexo, álcool, rock precisa de mais?

Ah! Mudei de ideia, segunda feira eu vou colocar aqui o The Death Of Nightlife e explicar o por quê.




01. Fermez La Bouche 02. I Don't Need You 03. Bunty vs. Beano
04. My Own Private Disco 05. Sensitive Youth 06. What Would Morrisey Say
07. Yr The One 08. Are You Feeling Fashionable 09. Boy Toy
10. Tha Dance Party Tuned Into a Wake 11. Apples

Lançado: 2004
Origem: Southampton, Inglaterra
Estilo: Screamo / Art Rock / Pop-Punk
Idioma: English
Bit Rate: 192 kbps
Tamanho: 33,9 mb
Rating:




Para quem gosta de: Jaguar Love / Natalie Portman's Shaved Hair / The Bloody Brothers

Bunty vs. Beano



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Geek rock de segunda

Esse clima de férias não me permite ir muito além das músicas pra dançar, das melodias fáceis e contagiantes, das letras sem muita significação. Eu sei que alguns de vocês vêm demandando algo mais denso, mais significativo. Eu juro que tentei. Me peguei como a mais impaciente das pessoas. Quem sabe da próxima vez? Pretendo me curar até a semana que vem.

Em comunhão com meu espírito fast-food, eu encontrei os texanos do Built By Snow. Mega vazou há algum tempo e apareceu pra mim somente na semana passada, quando eu voltei a baixar discos recentes por causa do blog. Estou com uma preguiça disso, companheiro... você nem imagina o quanto. Dos 15 álbuns que baixei, eu só tive paciência e um certo gosto de ouvir todo e até mais de uma vez apenas esse debut do BBS. Eles definem a música deles como “um indie pop/rock sintetizado e pegajoso que gruda no seu cérebro como ímã”. É bem por aí. Eles fazem um power pop redondinho, cheios de linhazinhas de teclado e uma certa adoração pela cultura geek ou simplesmente coisinhas pseudo-científicas em suas letras. Nada brilhante, mas nada que agrida tanto os seus ouvidos. É um disco tão rápido e agradável como é esquecível. Apesar disso, vou fazer questão de manter Something In 3D, All The Weird Kids Know, Implode Alright e a-beta na playlist do meu mp3 player por algum tempo, mas sempre lembrando que Pittysburg todo dia faz mal.



01. Giant Robot Attack 02. Something In 3D 03. All The Weird Kids Know 04. Implode Alright 05. a-beta 06. Algometric Touch 07. Invaders 08. Science Of Love 09. Attachment

Lançado: Janeiro, 2009.
Origem: Austin, Texas, Estados Unidos
Estilo: Power pop
Idioma: English
Bit Rate: 192~320 kbps
Tamanho: 27, 72 mb
Rating:


Para quem gosta de: The Cars / Tokyo Police Club / OK Go






MySpaceSite

A Abrafin e o seu Questionário


Olha só, a pesquisa de opinião da Abrafin ainda está rolando. Já conferiu? Deixe a preguiça de lado, meu caro scenester, e participe! São apenas 17 pontinhos pra você assinalar. Quando piscar os olhos, já terá acabado. Se você está por fora sobre o que é essa tal de Associação Brasileira de Festivais Independentes, dê uma olhada na página e veja como ela lhe afeta.
20 de janeiro de 2009

Coldplaying


Houveram chuvas de criticas ao novo álbum do Coldplay intitulado “Viva La Vida” cujo nome foi inspirado em um quadro da pintora Frida Kahlo. Muitas dessas criticas são antigas: “Ah, eles são uma imitação barata do Radiohead e U2”, “O canto do Martin parece uma mistura de yodel e soluço”, “Coldplay é uma banda que estourou e tenta não decair”. Acho que existe certo sensacionalismo em tudo o que dizem dos caras.

Em relação à primeira critica não acho que eles sejam uma imitação barata. Imitações baratas não conseguem lançar quatro álbuns e vender mais de 30 milhões de cópias, assim, sem mais nem menos. Existe conteúdo no que eles fazem por mais que isso não queira ser admitido. Claro, eles fazem um som muito próximo ao do Radiohead e do U2, mas igual, igual não é. Existem particularidades que dão à tônica dos álbuns deles assim como existe a tônica dos álbuns do Radiohead e do U2.

No entanto concordo que a voz do Martin parece um pouco enfadonha e forçada, mas ele vem evoluindo nesse ponto. É só pegar seu primeiro álbum e comparar com os outros. Ela vem ganhando uma fluidez e principalmente um tom mais espontâneo.

Quanto ao terceiro ponto julgo que é pura falta de informação, afinal, a canção Viva La Vida ficou por mais de um mês no ranking do Reino Unido e conquistou o topo em 36 países. Isso me parece tudo menos falta de sucesso.

Espero que esses quatro britânicos continuem por muito tempo fazendo esse som estratosférico e envolvente que eu tanto gosto.

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01. Life in technicolor 02. Cemeteries of London 03. Lost 04. 42 05. Lovers in Japan - Reign of Love 06. Yes 07. Viva la vida 08. Violet Hill 09. Strawberry Swing 10. Death and all his friends


Lançado
: 2008
Origem: Reino Unido
Idioma: Inglês
Estilo: Rock, Alternative, Britpop, Indie
Tamanho: 63,36 MB


Pra quem gosta de:
Radiohead, Oasis, Travis, U2


Viva La Vida


Last.fm - Site

15 de janeiro de 2009

The Raves | Mais rock gaúcho

Nada de sintetizadores ou qualquer barulhinho computadorizado. Os Raves se entregam ao rock orgânico. Mais especificamente: o sessentista e o indie/alternativo da década de 1990. Eles lançaram o seu álbum de estréia no ano passado: The Invisible Sights Of A Newplace. É um disco que pode vir a causar sua simpatia logo de cara. É natural. Trata-se de um disco totalmente eu-já-ouvi-isso-em-algum-lugar. E já ouviu mesmo! Com o tempo, se não notou de cara, você perceberá. Muitas melodias e arranjos são fruto de inalações profundas de músicas do velho Oasis, Coral e dos próprios Beatles. Isso pode ser tanto um fator de atração como de repulsão. Seja como for, músicas como Your Time, Carolline, I Don’t Have You All The Time e Sunset Street estão num bom caminho, ainda que falte identidade. No geral, pode-se dizer que fizeram um trabalho razoável. É até certo ponto, divertido e agradável. De qualquer forma, eu acredito que eles podem ser bem mais criativos. Ainda assim, se faço um post sobre o The Raves é porque de algum modo eu acredito na banda e aposto como muitos podem cair de amores por ela.

Avaliem-na. =]

01 Carolline 02. Hours To Have Fun 03. The Invisible Sights Of A New Place 04. Your Time 05. I Don’t Have You All The Time 06. Out Of My Mind 07. Sunset Street 08. Wait For Tomorrow 09. The Winds Are By My Side 10. The Truth Is In The Sun 11. California Winter 12. Runaway


Lançado: 2008
Origem: Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil
Estilo: Power pop / Folk pop
Bit rate: 128 kbps
Tamanho: 30, 71 mb
Rating:


Para quem gosta de: The Coral / Oasis / The Beatles


Carolline




Last.fmLetras

She smiled at me on the subway




Back to Bedlan” é o primeiro e bem sucedido álbum do britânico James Blunt. Com aproximadamente onze milhões de cópias vendidas Blunt consagrou-se no cenário Folk-Pop/Rock-Alternativo.

Consagrou-se por fazer um álbum gostoso e fácil de ser ouvido. Ele fala basicamente sobre o amor, as dores do amor, relacionamentos. Por vezes as músicas parecem ser autobiográficas, o que dá um sabor de fruta madura às letras.

E para quem não sabe ele abrirá o show do Elton John em São Paulo no próximo dia 17, deste mês, no Anhembi. Com certeza será um dos grandes eventos do ano na cidade.



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01. High 02. You're beautiful 03. Wisemen 04. Goodbye my lover 05. Tears and rain 06. Out of my mind 07. So long Jimmy 08. Billy 09. Cry 10. No Bravery


Lançado
: 2005

Origem: Reino Unido

Idioma: Inglês

Estilo: Pop/Rock, Folk, Alternativo

Tamanho: 35,4 MB


Pra quem gosta de
: James Morrison, Daniel Powter, David Gray, Snow Patrol


You're Beautiful (Live)


Site/ Last.fm

9 de janeiro de 2009

No céu ou no mar...

Experimentalistas, progressivos, massantes, chamem de que quiser, esses artistas sempre irão existir. Os que eu vou citar criaram algumas das melhores obras de artes músicais do ano passado.


Primeiro, vamos falar da polémica Peter, Bjorn and John, reis do indie pop, que destruíram muitos corações em 2006 com seu super-mega-hit Young Folks, que a rede Globo descobriu recentemente e adotou em uma de suas novelas. Esqueçam o Peter, Bjorn and John que vocês conheciam, por que eles morreram, ou estão hibernando lá na Suécia. Ascendendo das cinzas surge um novo Peter, Bjorn and John, experimentalista, instrumental, com nada, absolutamente nada de pop.

O Seaside Rock, lançado no ano passado é uma vertigem para quem conhecia a banda, para novos críticos que apreciam o experimentalismo é mais como um amadurecimento, músicas praticamente sem vocais com tons de natureza, mar, vozes e diálogos soltos, fãs do novo Sigur Rös mais "felizinho", vão adorar e alguns outros fãs de Ambient vão dar total apoio a nova cara da banda. Apesar de ter visto o álbum como um álbum maravilhoso, acredito que o PBJ sairam do óbvio do pop global, para o óbvio do post-rock dos países frios.

Conclusão: o Seaside Rock foi um pulo, de um barco para outro barco no meio do oceano, ou um transsexualismo musical.




Vamos agora para um país mais quente, sem invernos muito frios, no hemisfério sul, o Brasil. Com um dos melhores lançamentos brasileiros em 2008, temos Sofia E A Curva do Céu do violonista Nelson Barreto e sua banda Amnese. Sofia e A Curva do Céu, representa um modo filosófico de ver o cinza do mundo, como o Seaside Rock, é uma obra muito mais experimentalista e intrumental do que vocais viciados em refrões. Também, como o PBJ, o Amnese começou no inglês, para voltar a sua língua original nessa nova obra.

A grande diferença entre os dois lançamentos que citei é que um pelo menos um pode contar com uma fama anterior para atrair as criticas, sem falar num público bem mais provável. Para o Amnese só sobra se alimentar da própria arte que de fato, é belíssima. Ao ouvir A Insignificância do Ser, não tem como não gostar do resto do álbum (óbviamente não foi feito pra agradar gregos e troianos, dúvido que muitos dos leitores apreciem).

O álbum Sofia e A Curva do Céu pode ser baixado gratuitamente no Last.fme em outros servidores, o que demonstra um interesse de divulgação do autor, não de comércio.


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01. Inland Empire 02. Say Something (Mukiya) 03. Favour of The Season
04. Next Stop Bjursele 05. School of Kraut 06. Erik's Fishing Trip
07. Needles and Pills 08. Norrland Riviera 09. Barcelona 10. At The Seaside


Lançado: 2008
Origem: Suécia, Estolcomo
Idioma: Sueco
Estilo: Experimental, Post-Rock, Ambient
Tamanho
: 55,24 MB
Rating
:





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01. O Dia Em Que Resolvi Sumir 02. O Egoista E A Fuga
03. O Andarilho (A Nona) 04. A Caminhada De Dionísio
05. Aonde Se Dobra O Céu
06. Sofia E O Verme Nos Jardins De Réia (A Décima) 07. A Insignificância do Ser
08. Cloto, Láquesis e Átropos 09. Ele Esta Morto! (A Morta)
10. O Acaso De sofia 11. O Monólogo Na Descida

Lançado: 2008
Origem: Campinas, São Paulo, Brasil
Idioma: Português
Estilo: Rock Progressivo, Post-Rock, Experimental
Tamanho: 76,4 MB
Rating
:




Norrlands Riviera - Peter, Bjorn and John



O Dia Em Que Resolvi Sumir - Amnese





Peter, Bjorn and John: MySpace / Oficial / Last.fm
Amnese: MySpace / Last.fm / Trama
8 de janeiro de 2009

2008: Meu Ano Em Listas

É, acho que passou um pouquinho da data. Nada não. Já que ninguém postou mais nada...

Eis aqui o que mais gostei de ouvir em 2008:



[gringa]



...

[Nova Yorke, EUA. Art-rock / Afrobeat / Indie pop.
Ouça/Veja.]




Cinismo, perspicácia e bom humor em meio a um caos sonoro contagiante. Show completo no FabChannel. Post de abril.

[Cardiff, País de Gales. Tweecore / Indie rock. Ouça/Veja.]





Dramas afetivos cheios de sobriedade, compostos e cantados inacreditavelmente por essa menina de Hampshire. Uma alma boa colocou um show inteiro, dividido em partes, no YouTube. Aproveite. Post de setembro.

[Hampshire, Inglaterra. Folk / Folk pop. Ouça/Veja.]





British Sea Power ou Ra Ra Riot? Odeio listas! For sentimental reasons, fica The Rhumb Line. Uma pérola indie pop. =]

[Nova Yorke, Estados Unidos. Indie pop. Ouça/Veja]





O segundo álbum de sonoridade mais engenhosa do Reino Unido em 2008.

[Oxford, Inglaterra. Math pop / Dance-punk. Ouça/Veja.]





[brasil]



Deliciosamente criativo, elegante e sexy. Muito sexy.

[Brasil. Experimental / Bossa nova. Ouça/Veja]





Difícil. Pretensioso. Único.

[São Paulo. Rock psicodélico / Experimental. Ouça/Veja]





Catchy sem ser enjoativo; dançante, sem ser frívolo; inteligente, sem ser presunçoso e irritante. É um dos discos mais gostosos de se ouvir lançados no Brasil no ano passado [ainda que online]. Se procura um disco facilmente assimilável, este aqui é pra você - com todos os méritos que isso pode acarretar.

[Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Rock / Power pop. Ouça/Veja]




Doce, romântico, los-hermânico. Excelente.

[Belo Horizonte, Minas Gerais. Indie pop / Folk pop. Ouça/Veja]



Aqueles que caminham pela noite.

[Fortaleza, Ceará. Darkwave / Post-punk revival. Ouça/Veja]





[eps]




Tão arrebatador, tão twee! S2

[São Paulo. Twee pop / Folk pop / Indie pop. Ouça/Veja]





A melhor e mais madura da nova safra de bandas potiguares. =] Post de agosto.

[Natal, Rio Grande do Norte. Indie pop / Rock alternativo. Ouça/Veja]





Tudo o que faltou no último CSS.

[São Paulo, São Paulo. Electro. Ouça/Veja]




Tão bom que parece gringo. ;]

[Curitiba, Paraná. Indie pop / New wave revival. Ouça/Veja]





El: estou esperando um upload terminar e procurando uma frase pra colocar embaixo do Sweet Fanny Adams, daí eu posto.
GG: masque com vontade. ;)
El: que infame! x/

[Recife, Pernambuco. Garage rock / Post-punk revival. Ouça/Veja]



That’s it, folks!

Num futuro próximo, tentarei postar o que eu achar que ainda vale a pena. Depois de eu ter um merecido recesso, é claro.
4 de janeiro de 2009

30 + de 2008

Os 30 álbuns mais baixados de 2008
[do 1º ao 30º]