10 de Julho de 2009


Todo mundo já deve estar um pouco saturado de ouvir falar no MJ. Não que ele não mereça, mas quando um assunto é abordado com uma certa frequência ele acaba ficando um pouco cansativo mesmo. Minha intenção ao postar algo sobre o Michael é no sentido de homenageá-lo. O ENM (e acho que posso falar por todos) se mostra solidário e atento a essa perda tão significativa de alguém que entrou para a história como sendo um dos maiores artistas de todos os tempos. Abaixo fiquem com o álbum duplo History que possui todos os seus sucessos clássicos.


01 Billie Jean 02 The Way You Make Me Feel 03 Black or White 04 Rock with You 05 She's Out of My Life 06 Bad 07 I Just Can't Stop Loving You 08 Man in the Mirror 09 Thriller 10 Beat It 11 The Girl Is Mine 12 Remember the Time 13 Don't Stop 'Til You Get Enough 14 Wanna Be Startin' Somethin 15 Heal the World


01 Scream 02 They Don't Care About Us 03 Stranger in Moscow 04 This Time Around 05 Earth Song 06 D.S. 07 Money 08 Come Together 09 You Are Not Alone 10 Childhood 11 Tabloid Junkie 12 Bad 13 History 14 Little Susie 15 Smile

Lançado
: 1995
Origem: Estados Unidos
Idioma: Inglês
Estilo: Pop
Tamanho: Cd 1 - 66.76 Mb Cd 2 - 71.61 Mb

Beat It


Depois de um tempinho sem produzir nada novo, apenas fazendo shows em cima do primeiro EP “Applause Cheer Boo Hiss” de 2006 e trabalhando na composição de novas músicas, a banda canadense Land of Talk - liderada pela cantora Elizabeth Powell - lançou em outubro de 2008 o segundo álbum, "Some Are Lakes".

Esse novo trabalho mostra que a banda não mudou muito quanto ao bom gosto das músicas, e que está amadurecendo musicalmente e profissionalmente a cada dia.

A voz feminina e pura da vocalista juntamente com a delicadeza com que toca sua guitarra, contribui na construção de um som agradável aos nossos ouvidos.
Diferente da maioria das bandas da atualidade, a Land of Talk não abusa dos recursos eletrônicos. Ela aposta em um som cru e eu até diria básico, mas sem deixar a autenticidade.


01 Yuppy Flu 02 Death by Fire 03 The Man Who Breaks Things (Dark shuffle) 04 Some are Lakes 05 Give Me Back My Heart Attack 06 It’s Okay 07 Young Bridge 08 corner Phone 09 Got a Call 10 Trouble


Lançado: 2008

Origem: Montreal, Canadá

Idioma: Inglês

Estilo: Indie Rock

Tamanho: 35.34 MB

Para quem gosta de: Broken Social Scene / Metric







4 de Julho de 2009


Sébastien Schuller é um francês que canta e encanta em inglês, embora não tenha abandonado o patriotismo em “le dernier jour”. Seja como for é através do inglês que ele dá vazão a seu mundo mágico cheio de poesia e sensibilidade envolto em uma apatia muito própria. Sua voz é doce, leve e deliciosamente boa de ouvir. Os arranjos são bem trabalhados e as capas dos cds um show a parte. Ouçam e comprovem!


01 1976 02 Weeping Willow 03 Sleeping Song 04 Wolf 05 Ride Along The Cliff 06 Where We Had Never Gone 07 Tears Coming Home 08 Edward's Hand 09 Donkey Boy 10 Alone You Walk
11 Le dernier jour

Lançado: 2005
Origem: França
Idioma: Inglês - Francês
Estilo: Downtempo, trip-hop, indie
Tamanho: 50.71 MB


01 Morning Mist 02 Open Organ 03 Balancoire 04 Awakening 05 The Border 06 New York 07 Battle 08 Last Time 09 Midnight 10 High Green Grass

Lançado
: 2009
Origem: França
Idioma: Inglês
Estilo: Downtempo, trip-hop, indie
Tamanho: 59.49 MB

Para quem gosta de: Syd Matters – Smooth – Dominique A

Weeping Willow


Se você está a fim de ouvir um pouco de pop rock nacional de qualidade, uma boa pedida é o Tom Bloch!

Personagem de um conto que acabou dando nome ao grupo liderado por Iuri Freiberger e Pedro Veríssimo, o Tom Bloch apresenta uma sonoridade moderna, urbana e crua que se distancia da mesmice das bandas da nova geração. Atraiu até a atenção do cineasta Jorge furtado, que acabou selecionando uma música dos caras (Entre Nós Dois) para fazer parte de um curta seu, o Rummikub.

O Álbum Tom Bloch 2, o segundo trabalho deles, é recheado de letras maduras e arranjos bem feitos, influências eletrônicas em músicas penetrantes e reveladoras que comprovam a qualidade musical dos caras e deixa claro que a junção da voz bem treinada e as vezes retorcida de Veríssimo e a musicalidade e técnica de Freiberger foi a melhor das idéias.


01 Sob a Influência 02 A Dúvida 03 Imitação da Vida 04 situação de Dança 05 Entre Nós Dois 06 A Invenção do Amor 07 Vendetta (Frase Feita) 08 O Refém 09 Por Favor, Mente


Lançado: 2007

Origem: Porto Alegre

Idioma: Português

Estilo: Pop Rock

Tamanho: 25,53 MB

Para quem gosta de: Pública / Apanhador Só






MySpace

1 de Julho de 2009

A curitibana Rosie and Me é uma das últimas grandes revelações da música brasileira e do neo-folk. O projeto foi idealizado inicialmente por Alex Sousa (voz e teclado) e Rosanne Machado (voz e violão) em 2006, mas desde 2008, o ano em que a banda pôde enfim ganhar vida, conta com Guilherme Miranda (baixo) e Tiago Barbosa (bateria) na formação. O EP Swing Swing Demos é composto por sete canções impecáveis. Uma delas, a versão peculiar e excepcional do Rosie and Me para a música You're Laughing At Me do Irving Berlin, alcançou o efeito raro de ser melhor que a original ao ganhar a amargura e dramaticidade que faltavam na obra do compositor norte-americano. Mas não é só de amargura e drama que se sustenta o Rosie and Me. As faixas do EP Swing Swing Demos são cheias simplicidade, tão prudentes em sua docilidade e de tal qualidade que me obrigam a colocar a banda no mesmo patamar dos meus favoritos do anti-folk europeu.




01 Folkie Song #02 (2008) 02 Come Back 03 Old Folks (New Year) 04 Telescopes 05 The Big Fight 06 Folkie Song #02 07 You’re Laughing At Me (Irving Berlin cover)

Lançado: 2008
Origem: Curitiba, Paraná
Idioma: Inglês
Estilo: Twee-folk / Lo-fi
Tamanho: 18, 37 mb
Para quem gosta de: Noah and the Whale / Homiepie / Kings Of Convenience





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PS.: Dúvida cruel: esse EP é o Swing Swing Demos mesmo ou é a compilação Bird and Whale?

30 de Junho de 2009

Perdoem o tamanho, perdoem os ruídos. Mais do que nunca, saiu no improviso.


Apresentação: Daniel Medeiros, Clara Barreto e Kirotawa.


Cabron, Camarones Orquestra Guitarrística; Around The Bend, The Asteroids Galaxy Tour; Shibuya Girl, Hellostereo!; Sandtrap, Arctic Monkeys; Strassen, Ascii.Disko; Horoscope, Cats On Fire; Pumadidas, Wonkavision; Always Like This, Bombay Bicycle Club; Mind Is Ugly, War Tapes; You Know I’m No Good (Amy Winehouse cover), Arctic Monkeys; Kings Of Medicine, Placebo; Ghost Writer, Garotas Suecas; The International Tweexcore Underground, Los Campesinos!; Now We Can See, The Thermals.



Baixe o Podcast ENM #02

27 de Junho de 2009

O novo trabalho do Phoenix soa meio pretensioso. Falo isso pelo titulo, afinal O Mozart, talvez não gostasse nada disso. Mas acreditem ou não atendem as expectativas que o titulo lhe dá. Ao menos pra mim com meus humildes ouvidos fiquei apaixonado pela banda, ou seria pela voz do Thomas Mars. E que voz, meninas vocês diriam pra ele:" canta no meu ouvido e me faz ninar" XD.

O Wolfgang Amadeus Phoenix é o quarto album da banda. Tiveram seu inicio como uma banda de apoio para produzir o remix de uma musica do Air's (Kelly Wath the Stars). O curioso destes caras é que um dos componentes o Laurent Brancowitz (guitarra) formava antes de se juntar ao Phoenix uma banda chamada Darlin, que teve uma vida curta, e onde os outros componentes da Darlin hoje formam o conhecido Daft Punk (Não conhece? Só uma dica: "Buy it, use it, break it, fix it, Trash it, change it, mail - upgrade it...").

Este novo trabalho traz uma sonoridade gostosa, algumas musicas viciantes como: Lisztomania (single do album), Armistice, Rome, 1901, Big Sun...Ok, vou parar, pois pelo que vi o album todo me viciou. E caiu nas minhas graças e na minha lista de melhores albuns de 2009. Então Srª e Srº apreciem sem moderação.


01. Lisztomania 02. 1901 03. Fences 04. Love Like a Sunset Part I 05. Love Like a Sunset Part II 06. Lasso 07. Rome 08. Countdown 09. Girlfriend 10. Armistice



Lançado: 2009
Origem: França
Idioma: Inglês
Estilo: Rock , Synthpop, indie
Tamanho: 42.64 MB
Para quem gosta de: Passion Pit , The Whitest Boy Alive, Tahiti 80







Oficial - Myspace

24 de Junho de 2009

Todos já devem estar sabendo que Humbug, Terceiro trabalho do Arctic Monkeys, está previsto para ser lançado em dia 24 de Agosto no Reino Unido e 25 de agosto nos Estados Unidos.

Felicidade para mim, que não nego minha paixão avassaladora pelos caras, e para todos os outros fãs que não veem a hora de provar da nova sonoridade da banda, que segundo o próprio Alex Turner, foi inspirada no Black Sabbath.

O CD foi produzido pelo Josh Homme, e ao contrário do que muitos esperavam, não está parecido com o som do Queens of the Stone Age! É o que espero...

A lista de músicas já foi divulgada e agora o que nos resta é esperar pelo lançamento torcendo para que eles não me nos decepcione.



Faixas do álbum:

01. My Propeller
02. Crying Lightning
03. Dangerous Animals
04. Secret Door
05. Potion Approaching
06. Fire & The Thud
07. Cornerstone
08. Dance Little Liar
09. Pretty Visitors
10. The Jeweller's Hands



21 de Junho de 2009

The Asteroids Galaxy Tour é formado por uma dupla de Copenhagen: Lars Iversen e Mette Lindberg. Inspirados no velho soul, jazz e funk norte americanos, eles lançaram há pouco tempo um dos álbuns mais legais deste ano: o debut Fruit. Dessa leva de bandas e artistas pós-Winehouse, de influência sessentista, The Asteroids Galaxy Tour conseguiu uma sonoridade original e divertida, além de ter um dos discos mais coesos, bom do início ao fim. Mette Lindberg é definitivamente a minha nova diva. Sua voz lembra um pouco a Duffy, mas o estilo está longe do recatado-insoso da cantora. The Asteroids Galaxy Tour é pura psicodelia pop, na sua forma mais comercial, mas também mais simples e agradável de ouvir.




01 Lady Jesus 02 The Sun Ain’t Shining No More 03 Push The Envelope 04 Satellite 05 Crazy 06 The Golden Age 07 Around The Bend 08 Sunshine Coolin’ 09 Hero 10 Bad Fever



Lançado: 2009
Origem: Copenhagen, Dinamarca
Idioma: Inglês
Estilo: dance-pop / psychedelic-pop / soul / funk
Tamanho: 54, 54 mb

Para quem gosta de: Gnarls Barkley / The Bird And The Bee / Amy Winehouse




Myspace

20 de Junho de 2009




Elvis Costello é provavelmente um dos melhores compositores/músicos deste tempo, mas o que as pessoas deixaram passar despercebido é que de mesmo sobrenome – mas de nenhum parentesco – tinhamos um bluesman talentosíssimo, que apesar do breve momento que passou por estas bandas da terra deixou sua marca.


Sean Costello nasceu em 1979 na Filadélfia mas passou boa parte de sua vida em Atlanta, Georgia. Iniciou sua carreira como guitarrista muito cedo, aos 17 anos já tinha lançado seu primeiro álbum intitulado Call the Cops (1996), no passar dos anos lançaria mais quatro: Cuttin' In (2000), Moanin' For Molasses (2002), Sean Costello (2005) e We Can Get Together (2008), todos sucessos de critica e não é por menos; o cara toca e canta pra caramba, o que é de se esperar de um sujeito que tem Howlin' Wolf's como sua maior influência.


Sua guitarra chora, grita, canta, sibila em cada canção tocada, as vezes todos de uma vez te deixando sempre querer ouvir um pouco mais, como diriam alguns ditos especialistas por aí: o cara tem feeling, ah como tem! Escutá-lo é quase uma viagem ao tempo em que se tocava blues em bares de estradas sulistas em meados de 1950 nos EUA – pelo menos é o que a imaginação permite – , somente um cara e uma guitarra, mesmo que por trás deles existisse uma orquestra. Um som tão cru quanto é possível nos dias de hoje.

Com uma guitarra afiada e uma voz cheia de personalidade, característica daqueles que tem uma voz soul, ele se impõe e destaca musicalmente. Infelizmente sua morte, por overdose, em 2008 levou todo seu talento consigo, mas nos deixou cinco álbuns de letras muito bem escritas e melodias com vida própria.



01. No Half Steppin' 02. I'm A Ram 03. She Changed My Mind 04. Hold On This Time 05. Simple Twist Of Fate 06. I've Got To Ride 07. Take It Easy 08. Peace Of Mind 09. Father 10. All I Can Do 11. I Get A Feeling 12. Don't Pass Me By


Lançado: 2005
Origem: Atlanta, USA
Idioma: Inglês
Estilo: Blues / Soul
Tamanho: 78,1MB
Para quem gosta de: Howlin' Wolf's, Lil' Ed and the Imperials